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Dirigente defende Movimento SOS Rodovias do Sudoeste

por Ivan Cezar Fochzato em 12 de Março de 2018 10:43
por Ivan Cezar Fochzato em 12 de Março de 2018 10:43

Na última semana, foi lançada a proposta para uma grande mobilização para solução à precariedade das rodovias  no Sudoeste do Paraná. O Movimento SOS Rodovias do Sudoeste visa pressionar os representantes políticos para a urgente necessidade de melhoria e modernização da infraestrutura rodoviária da região, preferencialmente sem a implantação de pedágios.

O presidente do Instituto Regional de Desenvolvimento Econômico e Social(IRDES), Cláudio PetricoskY, defendeu que isso deve ser feito com a criação de uma consciência coletiva regional. “ O objetivo não é ser dono de uma bandeira, longe de tal pretensão. Mas ser disseminador de uma consciência coletiva diferente que coloque os políticos partidários no lugar deles como “servidores do povo”, disse ele.

Na sua opinião, todos os cidadãos e entidades devem  cobrar dos candidatos a revitalização das rodovias  buscando o compromisso público quanto ao assunto. Defendeu que a região deve procurar eleger o máximo de representantes que estejam comprometidos, com os anseios regionais e não com conveniências partidárias, o que apenas favorece interesses particulares. “ É momento de deixarmos de lado uma dúzia de líderes que ficam na fotografia para inserirmos líderes em cada cidade, cada rua, cada empresa, cada entidade cobrando, com mais resignação e firmeza algo mais concreto quanto a recuperação de nossas rodovias”, pontuou.

Avaliou que, sem pretensões de autoria,  o SOS Rodovias deve ser desencadeado com a participação  da Amsop, Acamsop, Agência de Desenvolvimento, Cacispar, Associações Comerciais e Empresariais, Sindicatos, CDLs, clubes de serviço, Associações, cooperativas e demais entidades, que devem inserir em suas  pautas de reivindicações a revitalização rodoviária. “ O Sudoeste tem uma quantidade significativa de líderes qualificados que na região e em seus municípios apresentam alta capacidade para pressionar e fazer acontecer. Basta estarem conscientes e apresentarem a corajosa atitude de não abrir mão da reivindicação maior de nossa gente”, avaliou.

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