Beltronense sente no bolso os novos valores dos combustíveis

por Francione Pruch em 21 de julho de 2017 15:54
por Francione Pruch em 21 de julho de 2017 15:54

O Governo Federal decidiu nesta semana elevar a alíquota do PIS e Cofins sobre os combustíveis. O reflexo disso será repassado ao consumidor final, o qual começa a pagar a partir de hoje (21), valor mais alto na hora de abastecer o veículo.

Para a Gasolina, o aumento foi de R$ 0,41. Etanol aumento de R$ 0,20 por litro e o Diesel alta de R$ 0,21.

Para o beltronense João Camargo, a notícia não agradou, “acho bastante pesado para a gente que precisa usar sempre a gasolina. Esse preço que tinha já era bastante alto, agora tem esse aumento”.

Mauro Prollo, utiliza o veículo em viagens pela região, no final do mês o gasto é alto. A opinião dele em relação ao aumento não foi diferente. “Depende bastante de viagens aqui na região, isso acaba pesando no bolso da gente. Só tenho a lamentar, gostaria que o combustível fosse um pouco mais acessível para que a gente conseguisse produzir um pouco mais”.

Em pesquisa realizada pelo departamento e jornalismo RBJ, em cinco postos de combustíveis de Francisco Beltrão hoje (21) pela manhã, os preços estavam sendo modificados. Alguns postos não devem repassar o reajuste de 100% ao consumidor, e sim fazer de forma gradual até a próxima semana.

Em outras unidades o valor integral já está sendo repassado nas bombas. Quem abastecer no município, paga a partir de agora em média R$ 3,89 a R$ 4,10 pelo litro de Gasolina. O Etanol pode chegar a R$ 2,80 e Diesel se aproxima dos R$ 3,00. Por isso é importante o consumidor pesquisar, antes de abastecer.

 

Posicionamento da Fiep

Em nota divulgada nesta sexta-feira (21) a Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) se manifestou sobre o impacto que pode causar o reajuste dos combustíveis. Segundo o presidente da entidade, Edson Campagnolo, “representa mais um aumento no já pesado Custo Brasil, impactando diretamente no setor produtivo e dificultando ainda mais a superação da crise”, afirma. “As empresas estão com suas planilhas de custos no limite e não têm condições de absorver mais esta alta de impostos, que terá que ser repassada ao preço final dos produtos, prejudicando também o consumidor e toda a economia”, acrescenta.

 

 

 

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