Apicultores de Sulina debatem a mortalidade de abelhas no município

por Edson Zuconelli em 15 de Março de 2019 10:15
por Edson Zuconelli em 15 de Março de 2019 10:15

Foto: Édiam Giacomini.

Nesta semana um grupo de apicultores da cidade de Sulina, sudoeste do Paraná, estiveram reunidos com representantes da Coasul e da empresa FMC para discutir a grande mortalidade de abelhas que ocorreu em 2018 no município.

Com outros insetos e animais, as abelhas têm responsabilidade direta no aumento da produtividade agrícola, pois cerca de 70% das plantas utilizadas no consumo humano dependem de polinização, e a morte das abelhes vem preocupando os produtores.

A mortalidade de abelhas é um fenômeno secular e ocorre tanto por ciclos naturais, quanto por patógenos (bactérias, vírus, fungos, nematoides), ácaros, estresse nutricional, plantas tóxicas, estresse de movimentação, falta de habitat, estresse térmico e por agrotóxicos. Os agrotóxicos em geral, e neonicotinoides em particular, são tóxicos para abelhas.

Segundo Édiam Giacimini, técnico agrícola da Coasul, a reunião serviu para orientar os produtores sobre a forma de prevenir a mortalidade e melhorar a produção. Também foi constatado existir uma carência de informação por parte dos apicultores. “O que agente notou durante a reunião uma grande carência de informação por parte dos apicultores, pelo que eles falaram, poucas empresas auxiliam eles na questão da apicultura”, salienta Giaconimi.

Foto: Édiam Giacomini.

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