Colégio Padre Ponciano encaminha projeto para ampliação

por Guilherme Zimermann em 27 de Abril de 2018 10:48
por Guilherme Zimermann em 27 de Abril de 2018 10:48
Palmas

O governo municipal de Palmas, Sul do Paraná, publicou na edição de quinta-feira (26) do Diário Oficial Eletrônico, a Lei que autoriza a concessão de uso da via existente entre a Rua Pedro Siqueira Cortes e a Avenida Paraná, no bairro Lagoão, para a ampliação do espaço físico do Colégio Estadual Padre Ponciano José de Araújo.

Área que passará a fazer parte da estrutura do Colégio

De acordo com o diretor da instituição de ensino, Wagner Santos, a busca por obras de ampliação da estrutura é feita há muito tempo, dada a demanda exigida, uma vez que o colégio localiza-se no maior bairro da cidade, em número de habitantes, e que atende atualmente cerca de 1,1 mil alunos, com uma lista de espera por vagas que representa, pelo menos, 20% do total de estudantes matriculados.

Lembra que há quase 15 anos o colégio aluga salas no pavilhão comunitário da paróquia Nossa Senhora Aparecida, para poder atender à demanda.

Salienta que, quando ocorreu o processo para desafetação da referida rua, estava em tramitação um outro processo, para que a Copel (Companhia Paranaense de Energia) doa-se o terreno vizinho ao colégio, onde havia uma subestação de energia, mas que hoje está abandonado, tornando-se “um transtorno, porque é um ponto de uso de drogas, prostituição”. No entanto, por se tratar de uma companhia de economia mista, sendo boa parte de seus acionistas do setor privado, a Copel não autorizou o repasse do terreno para a Secretaria de Estado da Educação.

Sobre a rua, explicou professor Wagner que a documentação para que ela seja incorporada ao patrimônio do Estado e passe a fazer parte do terreno do Colégio Padre Ponciano já está pronta. Além disso, há a previsão da liberação de recursos da Secretaria de Educação para a construção de um módulo com cinco novas salas de aula. Porém, por tratar-se de um ano eleitoral, o Governo do Estado não pode efetivar novas matrículas de imóveis.

Dessa forma, a solução encontrada para que a obra possa ser iniciada ainda neste ano, foi a concessão de uso, para que em 2019 ocorra o repasse da propriedade para o Estado. Entretanto, segundo professor Wagner, mesmo com a construção das novas salas, a estrutura aina não será suficiente para o atendimento de todos os alunos. Ouça:

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