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Setor industrial da microrregião de Palmas cresce mais de 36% em um ano

por Guilherme Zimermann em 14 de Fevereiro de 2018 14:17
por Guilherme Zimermann em 14 de Fevereiro de 2018 14:17

Mangueirinha lidera o crescimento econômico da região

O setor industrial da microrregião de Palmas cresceu mais de 36% em um ano, segundo informações do PIB (Produto Interno Bruto) revelados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em 2015, último ano com dados consolidados, a economia da região ultrapassou R$ 2,7 bilhões – 17,91% mais que em 2014.

Os dados referentes a 2014 foram revisados pelo instituto, que aponta um PIB de R$ 2,3 bilhões naquele ano, reunindo os dados de Palmas, Coronel Domingos Soares, Mangueirinha, Honório Serpa e Clevelândia.

Entre os setores que compõem o indicador, a indústria foi o que apresentou a maior evolução, partindo de R$ 700,3 milhões em 2014 para R$ 953,3 milhões em 2015. Em seguida está o segmento de serviços, com mais de 14%.

Os impostos sobre o consumo aumentaram 11,92%, chegando a R$ 173,1 milhões no último ano do levantamento. O PIB da administração pública cresceu 7,22% no ano, enquanto que o setor agropecuário evoluiu 4% na microrregião.

Individualmente, Mangueirinha foi o município com maior crescimento no PIB, mais de 30%, voltando a ultrapassar R$ 1 bilhão. A economia de Palmas cresceu 15,56%, contabilizando R$ 979,1 milhões.

O PIB clevelandense é estimado em R$ 411,1 milhões, mais 6,82%. Honório Serpa também apresentou crescimento na casa dos 6%, enquanto Coronel Domingos Soares teve acréscimo de 3,5%.

Para o cálculo do PIB, o IBGE levanta o Valor Adicionado Bruto (VAB), obtido através do Valor Bruto da Produção (VBP), descontados os valores dos insumos utilizados para a confecção de determinado produto ou execução de serviços. Conforme o IBGE, o VAB é sempre calculado a preços básicos, excluindo qualquer imposto e qualquer custo de transporte faturado separadamente.

O Instituto apresenta, a preços correntes, os VABs dos três grandes setores de atividade econômica – Agropecuária, Indústria e Serviços. A área da administração, saúde, educação públicas e seguridade social, que se enquadram no setor de serviços, são destacadas separadamente, devido à relevância deste segmento na economia municipal, segundo o IBGE. O estudo também traz os impostos que incidem sobre os bens e serviços entre o fim da produção e a venda, os chamados impostos sobre o consumo.

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