Potencial de Consumo do Sudoeste supera R$ 14,8 bilhões neste ano

por Guilherme Zimermann em 22 de julho de 2018 14:18
por Guilherme Zimermann em 22 de julho de 2018 14:18

Dois Vizinhos entra na casa do bilhão em potencial de consumo

Os gastos da população do Sudoeste do Paraná para o consumo de bens e serviços como alimentação, manutenção do lar, artigos de limpeza, eletrodomésticos, vestuário, calçados, medicamentos, material escolar, viagens, entre outros, deverá se aproximar de R$ 14,88 bilhões até o final do ano, de acordo com a pesquisa do IPC (Índice de Potencial de Consumo) 2018.

O levantamento é realizado anualmente pela IPC Marketing e baseia-se nos dados disponíveis dos Censos de 2000 e 2010, das Pesquisas Nacional por Amostra de Domicílios e nas Contas Consolidadas da Nação, contabilizadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Além disso, leva em conta também as pesquisas intercensitárias, como as estimativas populacionais.

Francisco Beltrão é o município com o maior potencial de consumo, com crescimento de 27,7% em relação a 2017, ultrapassando R$ 2,7 bilhões. Em seguida está Pato Branco, com R$ 2,4 bilhões, aumento de 7,9%.

Entrando na casa do bilhão está Dois Vizinhos, que de crescer 17,3% e chegar a R$ 1,1 bilhão. O terceiro em população, Palmas é o quarto em potencial de consumo, com R$ 829 milhões, aumento seu IPC em 7,14%.

Além dos 42 municípios que integram o Sudoeste do Paraná, o Setor de Estatísticas do Departamento de Jornalismo da Rádio Club/RBJ obteve também dados dos municípios de Abelardo Luz, Passos Maia, Água Doce e Ponte Serrada, no Oeste de Santa Catarina, e Bituruna e General Carneiro, no Sul Paranaense. Somando o potencial de consumo destes municípios ao contexto do Sudoeste contabiliza-se R$ 16,13 bilhões.

Desse total, R$ 3,3 bilhões são destinados às despesas com a manutenção do lar, onde entram gastos aluguel, imposto predial, condomínio, água e esgoto, energia elétrica, serviços domésticos, consertos de aparelhos domésticos, entre outras.

A população deverá gastar ainda R$ 1,9 bilhão com alimentação e mais de R$ 2,5 bilhões com outras despesas, como cabeleireiros, manicures, cerimônias familiares, práticas religiosas, serviços de cartórios e profissionais, imposto de renda, imposto sobre serviços, contribuições trabalhistas à previdência social e tarifas bancárias.

Com veículos, a região deverá apresentar gastos de R$ 711,7 milhões. Com medicamentos, outros R$ 464,8 milhões.

O fumo, inclui-se gastos com cigarros, charutos, fumo para cachimbo, fumo para cigarros e outros artigos para fumantes, como fósforos e isqueiros, deverá somar R$ 60,2 milhões entre os 48 municípios da pesquisa. Já com livros e materiais escolares, o potencial de consumo da região gira em torno de R$ 56,1 milhões.

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