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Agricultores assinam contrato com estado para fornecimento de alimentos da merenda escolar

por Francione Pruch em 3 de Abril de 2018 18:30
por Francione Pruch em 3 de Abril de 2018 18:30

 

Assinatura do contrato / Foto: Francione Pruch

Em solenidade realizada na sede do Núcleo Regional de Educação (NRE) de Francisco Beltrão, 11 cooperativas de agricultores assinaram hoje (03), contrato com o Governo do Paraná para fornecimento de alimentos que compõem a merenda escolar. Em 2018, a expectativa do governo é investir R$ 60 milhões para atender aproximadamente 1 milhão de alunos da rede estadual de ensino.

Segundo a Chefe do Núcleo, Maria de Lourdes Bertani, os alimentos são destinados para 94 escolas da microrregião, “as cooperativas vão fornecer para nós alimentos da agricultura familiar, que fará parte na composição alimentar dos nossos alunos. Hoje atendemos escolas de 20 municípios e aproximadamente 29 mil alunos”.

Em 2017, o governo do Paraná investi R$ 40 milhões na compra de alimentos da agricultura. Para 2018, a previsão é injetar R$ 60 milhões. “Em todo o estado são mais de duas mil escolas. Faz parte da alimentação as frutas, sucos, verduras e panificações. São alimentos perecíveis”, afirma Maria.

Há 12 anos trabalhando com alimentação escolar, a cooperativa do agricultor Jarbas Polo, da cidade de Realeza, vai receber do estado neste ano, quase R$ 2 milhões. “Diretamente em contrato com o núcleo são seis anos. Antes a gente atendia somente a prefeitura. Por mês deve girar em torno de 200 mil reais”.

A venda direcionada, colabora com o desenvolvimento das cooperativas, maioria constituída por agricultores familiares. Além de incrementar a renda, o dinheiro é investido para melhorar a infraestrutura, “isso ajuda porque o dinheiro vem para melhorar os equipamentos e tudo isso volta em benefício ao agricultor”, destaca Valdair José Cagnini, da cidade do Verê.

“A entrega é diária, cada produtor faz sua logística, mas todos os dias tem esses tipos de produtos, além daqueles fornecidos pela alimentação escolar, que são alimentos não perecíveis”, diz a chefe do núcleo.

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